sexta-feira, 28 de junho de 2013

Governo retira parte do benefício do IPI de linha branca

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira, 27, a recomposição parcial do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para linha branca e móveis. As novas alíquotas passam a valer na segunda-feira, 1º. A alíquota do fogão, que hoje é 2%, passa para 3% e valerá até setembro. Para tanquinho, a alíquota de 3,5% passa para 4,5%. Para refrigerador e congelador, os 7,5% passam para 8,5%. A máquina de lavar roupa, que antes tinha taxa de 20%, já está em tarifa definitiva de 10%. Móveis em geral, que têm alíquota de 2,5%, passarão a ter 3%. Para painéis, o valor de 2,5% passa para 3%. Laminados, com alíquota de 2,5%, terão IPI de 3%. A alíquota de luminárias, que hoje é de 7,5%, passará para 10%. No caso dos papeis de parede, a mudança é de 10% para 15%. O ministro lembrou que a recomposição das alíquotas começou neste ano. "Em fevereiro, já demos um primeiro passo e já fizemos recomposição parcial das alíquotas", lembrou Mantega.
Mantega garantiu que o varejo e a indústria de móveis e eletrodomésticos de linha branca farão um esforço para absorver a recomposição das alíquotas de IPI sem que haja um aumento de preços. O compromisso, acrescentou o ministro, tem o objetivo de não prejudicar as vendas e nem causar impacto na inflação. "Os setores vão procurar absorver o aumento de tarifas de forma que preço não se eleve. Tanto o varejo quanto o setor produtor farão esforço para manter os preços atuais", disse Mantega.
Ainda assim, afirmou o ministro, os empresários se queixaram do aumento de custos de alguns insumos e componentes. "Ficamos de estudar o que fazer para impedir que haja um aumento de custos para a produção que possa ser repassado para o consumidor final. O nível de vendas desses produtos teve crescimento moderado nesses primeiros cinco meses do ano e, portanto, deve continuar tendo esse desempenho", completou.
A entrevista coletiva, marcada para 18h, começou com quase uma hora de atraso. Ao chegar ao auditório do ministério, jornalistas perguntaram ao ministro sobre o jogo da Copa das Confederações entre Espanha e Itália, que havia terminado alguns minutos antes, com vitória dos espanhóis. "Eu estava torcendo para Itália ganhar porque ela é um adversário melhor para o Brasil", disse Mantega. "Na verdade, nem sabia que tinha o jogo", afirmou em seguida.
Fonte: Estadão Conteúdo.

sábado, 19 de junho de 2010

Dicionário Farmacêutico (Muito Bom!!)

Apesar do nome Dicionário Farmacêutico, este dicionário é na verdade um bulário resumido, e não propriamente um dicionário de termos farmacêuticos.
Via de regra, um dicionário farmacêutico fornece o nome do medicamento industrializado, informando o princípio ativo do mesmo, a apresentação e posologia.
Claro que, quanto mais completo o dicionário farmacêutico mais útil será ao profissional. Contudo, sempre é bom lembrar que é importante que se tenha uma fonte confiável de dados, sobretudo quando o dicionário é um compêndio de bulas na íntegra de medicamentos, pois não é fora do normal que as indústrias fornecerem poucas informações ou informações não muito claras sobre as reações adversas ao uso daquele medicamento.
Desta forma, visando a apresentação de informações corretas, o Portal Farmácia disponibiliza um dicionário farmacêutico para uso dos profissionais da saúde.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Aulas de Química

ARTIGOS DE FARMÁCIA

Correlação entre os resultados laboratoriais e os sinais e sintomas clínicos...



sexta-feira, 30 de abril de 2010
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OBJETIVO: relacionar as leveduras identificadas aos sinais e sintomas clínicos das pacientes com candidíase vulvovaginal e investigar a importância dos parceiros sexuais na reincidência da infecção. MÉTODOS: foi desenvolvido estudo prospectivo de julho de 2001 a julho de 2003 com uma amostra de mulheres residentes na Grande São Paulo. Foram avaliadas 179 pacientes com suspeita clínica de vaginite fúngica, com idade entre 18 e 65 anos. Os critérios para exclusão foram: gravidez, comprometimento imunológico intrínseco e extrínseco, incluindo AIDS, diabetes, imunossupressão, pacientes em terapia com corticosteróides, antibióticos ou hormônios, em pós-menopausa, em uso de dispositivo intra-uterino e duchas vaginais ou espermicidas. Amostras de secreções vaginais ou da glande dos parceiros sexuais de pacientes com vaginite de repetição foram coletadas para microscopia e cultura de fungos. Colônias fúngicas isoladas em CHROMagar Candida foram identificadas por provas clássicas. O teste exato de Fisher foi usado para correlacionar o quadro clínico com as leveduras isoladas das pacientes. RESULTADOS: os sinais e sintomas clínicos mais relevantes na candidíase vulvovaginal foram prurido e corrimento, seguidos por eritema e edema, estatisticamente independente do agente etiológico. Leveduras foram diagnosticadas por microscopia direta em 77 pacientes com vulvovaginites, sendo obtidos 40 cultivos de Candida spp. Candida albicans (70%), C. glabrata (20%), C. tropicalis (7,5%) e C. guilliermondii (2,5%) foram identificadas. As leveduras prevalentes nos parceiros foram C. albicans e C. glabrata. As mesmas espécies foram detectadas nas companheiras e parceiros em 87% dos casos. CONCLUSÕES: as vulvovaginites fúngicas foram mais freqüentes em mulheres entre 18 e 34 anos de idade. Não foi observada correlação entre as espécies de leveduras detectadas e a sintomatologia clínica. Os parceiros sexuais podem ser importantes reservatórios de Candida spp e estar relacionados à manutenção da candidíase vulvovaginal.
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quarta-feira, 21 de março de 2007

Cientistas criam mosquito transgênico para combater malária

Doença transmitida pelo mosquito anófeles afeta 300 milhões e mata um milhão por ano em todo o mundo; na Amazônia são registrados 500 mil casos anuais

LONDRES - Um tipo de mosquito transgênico resistente à malária que tem melhor potencial de sobrevivência do que os insetos transmissores da doença foi criado por cientistas americanos.
Os pesquisadores desejam introduzir os insetos transgênicos na natureza para que eles acabem predominando sobre os transmissores, em uma estratégia para controlar a malária.
O mosquito criado pelos cientistas é portador de um gene que impede que ele seja infectado pelo parasita da malária.
Detalhes do estudo foram publicados em Proceedings of the National Academy of Sciences.
Sobrevivência
Em uma experiência de laboratório, um mesmo de mosquitos selvagens e de mosquitos transgênicos pôde picar ratos infectados com malária.
Na medida em que se reproduziram, um número maior de mosquitos transgênicos sobreviveu. Depois de nove gerações, 70% dos insetos pertenciam à variedade resistente à malária.
Os cientistas também inseriram uma proteína fluorescente verde nos mosquitos geneticamente modificados que fez com que seus olhos tenham um brilho esverdeado.
Com isso, os pesquisadores puderam contar com mais facilidade os insetos dos dois tipos.
Vantagem
O cientista Mauro Marrelli e seus colegas da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, no Estado americano de Maryland, escreveram no artigo sobre suas experiências: "Pelo que sabemos, ninguém anunciou antes ter demonstrado que mosquitos transgênicos têm uma vantagem física sobre os não-transgênicos."
Os mosquitos geneticamente modificados tinham um índice de sobrevivência maior e punham mais ovos.
Mas quando ambos os tipos de insetos se alimentaram de sangue não-infectado, competiram em pé de igualdade.
Para que os mosquitos resistentes sejam úteis na natureza, precisam sobreviver melhor do que os não-resistentes mesmo quando não são expostos à malária.
Ainda assim, os pesquisadores concluíram: "Os resultados têm implicações importantes para a implementação de controle da malária através da alteração genética de mosquitos."
Mosquitos transgênicos que interfiram no desenvolvimento do parasita da malária tornarão mais difícil o reestabelecimento desse microorganismo em uma área depois de sua erradicação, dizem os cientistas.
A malária, que se propaga através do parasita plasmódio, formado por uma única célula, é endêmica em partes da Ásia, África, América Central e do Sul.
A doença, transmitida pela picada do mosquito do gênero anófeles, afeta 300 milhões de pessoas e mata um milhão por ano em todo o mundo. No Brasil a região mais afetada é a Norte, sobretudo na região amazônica, onde são registrados por volta de 500 mil casos anuais.
Cerca de 90% dos casos são registrados na África Subsaariana, onde uma criança morre da doença a cada 30 segundos.

Cá entre nós isso num parece história daqueles filmes bobos de ficção científica?